Ele era...
Eu era; fui.
Perda de tempo, como quiser. Misto de loucura e aberração? Seja mesmo insânia e ódio, não muda em nada. Condições adversas faziam da minha vida a própria morte - nem isso, posto que morte é doce fim. Enfermidade se fez presente em todo o caminho... Aceito, apesar de reclamar: serviu para algo - resta descobrir qual a serventia.
Que fogo seria esse? Arde sem queimar; queima sem arder. Ora, em nossos peitos aprisiona-se a dor! E digo nossos, pois todos sofreram, sofrem e sofrerão.
Clichê. Definitivamente, o inferno é a repetição. E de novo estou, nessa maldição cíclica: tornando-me igual, simétrico, meramente resto! Quem já não pensou nisso? Dissertou sobre? Montes... E nesse momento, verto-me em apenas mais um - acaba-se a prezada unicidade.
Não resta destino aos iguais; para esses, nada. Qual então o sentido, escopo de todas as coisas? Eu penso, logo enlouqueço. Existir ainda é a próxima etapa, ainda inantigida.
Pois então...
Enlouqueçam!

1 comentários:
Cada vez melhor. Agora o senhor ousou pra caramba.
Aparece lá no meu Orkut vitor, quero te adicionar.
Aguardando a próxima postagem!
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