Blé...
Simplesmente odeio palavras babacas de falso amor, ou até mesmo aquele amor babaca de falsas palavras. Estou cansado de ver uma felicidade momentânea de todos, um fingimento como se tudo estivesse perfeitamente ordenado - essa ordenação é impura e caótica; para ser mais exato, ela não existe.
Cansei-me das futilidades, do exibicionismo ridículo. As qualidades reais não são reveladas, apenas etiquetas, posses, e o pior: ignorância.
Enjoei-me de ouvir músicas inexpressivas, que sujam a cultura do país. Enjoei-me mais ainda daqueles que as ouvem, pouco se importando com a qualidade. Questão de gosto? Questão de bom senso.
Estou cansado das peruas de shopping, de saber da vida de famosos que não fizeram nada de importante para conquistar a fama, dos que manifestam opinião sem procurar entender, dos falsos religiosos.
Talvez eu esteja cansado por tudo estar como está, essa imensa porcaria. Ou também por tentar ser diferente e perceber que não dá certo...
Com raiva? Sim. E isso foi um desabafo antes de qualquer coisa.

1 comentários:
Cheguei à conclusão de que o pessoal corre atrás do que há de pior. Se é ruim é bom.
Sem nenhuma comparação à profissão dos lixeiros, diria que o lance desse pessoal é correr alegre atrás do caminhão do lixo, divertindo-se com o cheiro e tudo que há dentro dele. É assim. Um bando de imbecís que somam mais inbecibilidade a suas vidas à medida em que se identificam uns com os outros e começam a se imitar, emporcalhando uns aos outros enquanto pensam que estão se banhando de ouro.
Meu comportamento frente a eles é a educação, mas a educação a uma certa distância; cumprimentos e conversas breves em meros atos de civilidade, uma vez que não os culpo de nada, porque isso vem de tempos, vem do berço; da escola, da família, do governo, da igreja, da TV.
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