
Humm... Ahn? Ah, sim, mais um blog para escrever, mais uma forma para me expressar. Esse post poderia ser uma apresentação, algo convencional, educado de minha parte. Mas, não. Vocês me conhecerão pelo que escrevo, mais divertido, concordam? Sempre pensei que não dá para fingir ser alguém ou algo quando se escreve. Não dá para ser outra pessoa: nossa personalidade aparece nas palavras ecritas. Claro, a não ser que você seja um Fernando Pessoa, mas ainda assim é difícil. De qualquer forma, ainda posso dizer algumas das coisas que pretendo fazer aqui: colocar fotografias, desenhos, e é claro, textos. Fiquem tranquilos, não colocarei minha cara feia exposta. Será algo artístico, uma outra forma de expressão.
Enfim. Nesse blog, teremos a Mi, como já perceberam; eu, e futuramente a Gi. Não, não precisam me chamar de Vi, ficaria estranho. Para efeitos explicativos, concluants é concludente em francês. O nome foi decidido da seguinte forma: abriu-se um dicionário aleatoriamente, e o resto já devem saber. Por efeitos caóticos, o significado de alguma forma combinou com a temática do blog.
E para minha grande estreia, aqui vai um texto. Por favor, não criem expectativas, não será lá essas coisas.
Qual a graça de ser igual? Sim, igual à todos. Ter os mesmos gostos, pensamentos, emoções, etc. Não me venha com o papo de que ninguém é igual, pois como diriam em 1984, isso é uma inverdade. A graça está na diferença.
Ninguém mais se preocupa com seus gostos pessoais. Hoje a moda é seguir a moda (ha-ha). Seria uma forma de incluir-se socialmente? Não sei, provavelmente é. Porém logo torna-se alienação. é muito fácil zumbificar jovens/pessoas hoje, basta colocar algo novo na TV e pronto.
E tudo está perdendo a graça. Ninguém questiona mais nada, apenas aceitam. Quem ainda se preocupa em pensar? Não é mais necessário, atualmente tem-se tudo mastigado. E será que essas pessoas são felizes? Será mesmo que a ausência de sentimento, emoção, ideias causa felicidade? Parece que sim, mas só externamente. No íntimo tais pessoas devem querer algo mais, só não sabem o que, pois não pensam. É, um ciclo.
Aqui perguntas serão feitas, poucas respostas serão dadas. Você será forçado a pensar, refletir. Desisti de tentar explicar diretamente, não entra na mente de ninguém. O jeito agora é usar de subterfúgios. Claro, poucos gostarão, isso se realmente alguém visitar o blog, mas e aí? Como a Mi disse, a mente humana é complexa, mas acho que apenas a de poucos. A da maioria já foi violada, alienada, já perdeu a complexidade, o fascínio. Sendo assim, sinta-se à vontade. Aviso: somos loucos.
Pronto, falei.

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